Cardiologista
Quais são as doenças cardiovasculares que mais matam?
11 de fev. de 2026
Descubra quais são as doenças cardiovasculares que mais matam — infarto, AVC, insuficiência cardíaca e mais — e entenda o papel do cardiologista e como o Grupo Lótus oferece transição hospitalar, reabilitação e cuidados continuados para pacientes de todas as idades.
As doenças cardiovasculares continuam liderando as estatísticas de mortalidade no Brasil e no mundo. Infarto, AVC, insuficiência cardíaca e arritmias afetam milhões de pessoas — e não apenas idosos. Adultos de diferentes idades, especialmente aqueles com fatores de risco, também enfrentam complicações sérias e muitas vezes precisam de suporte especializado.
No diagnóstico e no controle das doenças do coração, o cardiologista tem um papel essencial. Mas quando há perda de autonomia, necessidade de reabilitação, limitação funcional ou risco de novas complicações, outros tipos de cuidado entram em cena. É nesse ponto que soluções como Clínica de Transição, serviço oferecido pelo Grupo Lótus, se tornam fundamentais para uma recuperação mais segura e completa.
O que torna as doenças cardiovasculares tão perigosas?
Elas afetam o coração e os vasos sanguíneos e, muitas vezes, evoluem de forma silenciosa. A gravidade aumenta porque:
Podem causar danos irreversíveis em minutos (como AVCs e infartos)
Muitas são diagnosticadas tardiamente
A recuperação pode exigir equipes especializadas
Mesmo após atendimento hospitalar, há risco de reinternação
Embora sejam mais frequentes em idosos, não se restringem a eles. Adultos de meia idade, pessoas com doenças crônicas e até jovens com fatores hereditários também podem ser gravemente afetados.
1. Infarto Agudo do Miocárdio
O infarto acontece quando o fluxo sanguíneo para o coração é bloqueado por placas de gordura, coágulos ou estreitamento das artérias.
Sintomas típicos:
Dor ou pressão no peito
Falta de ar
Náusea
Suor frio
Mal-estar súbito
Após o tratamento médico inicial, muitos pacientes — de várias idades — ainda precisam de acompanhamento clínico, fisioterapia, monitoramento contínuo e recuperação supervisionada. É aqui que entram serviços como transição hospitalar e reabilitação.
2. Acidente Vascular Cerebral (AVC)
O AVC ocorre quando há interrupção ou sangramento do fluxo sanguíneo no cérebro.
Os sinais clássicos incluem:
Assimetria facial
Dificuldade para falar
Fraqueza em um dos lados do corpo
O AVC atinge majoritariamente idosos, mas também ocorre em adultos hipertensos, diabéticos, fumantes e pessoas com histórico genético.
Após um AVC, é comum que o paciente precise de suporte multidisciplinar para recuperar funções motoras, cognitivas e respiratórias — algo que o Grupo Lótus estrutura em formato de reabilitação intensiva e cuidados integrados.
3. Insuficiência Cardíaca
O coração perde força e não consegue bombear sangue de forma eficiente.
Principais sintomas:
Falta de ar
Inchaço nas pernas
Cansaço extremo
Tosse noturna
É uma condição que pode afetar tanto idosos quanto adultos com histórico familiar, hipertensão, miocardite ou doenças não tratadas. Requer acompanhamento contínuo e pode exigir cuidados prolongados quando surgem limitações funcionais.
4. Arritmias Cardíacas
São alterações no ritmo do coração. Podem variar de benignas a fatais.
Causas comuns:
Hereditariedade
Distúrbios eletrolíticos
Doenças pré-existentes
Estresse
Envelhecimento, mas não exclusivamente
Arritmias que provocam quedas, desmaios, confusão mental ou risco aumentado muitas vezes exigem monitoramento clínico, supervisão 24h ou ambientes protegidos.
5. Hipertensão Arterial (Pressão Alta)
A “doença silenciosa” que aumenta o risco de infarto, AVC, aneurisma e danos renais.
A hipertensão é comum em idosos, mas afeta milhões de adultos brasileiros — inclusive jovens sedentários ou estressados. Quando não controlada, gera complicações que podem levar a situações que exigem reabilitação, cuidados continuados ou suporte clínico intensivo.
Quem pode precisar de cuidados além do cardiologista?
O acompanhamento com cardiologista é indispensável, mas muitos pacientes — de diferentes idades — precisam de cuidado adicional quando:
sofrem AVC, infarto ou síncope
passam por cirurgias cardíacas
apresentam fraqueza ou perda de mobilidade
necessitam de fisioterapia para recuperação
têm risco de quedas ou reinternações
precisam de suporte clínico constante
convivem com doenças crônicas complexas
Essas situações exigem estruturas que vão além do consultório, para garantir segurança, autonomia e recuperação funcional.
Onde entra o Grupo Lótus nesse cuidado?
O Grupo Lótus atua em conjunto com o cardiologista, oferecendo serviços especializados para pessoas que precisam de acompanhamento clínico contínuo, reabilitação e suporte diário — independentemente da idade.
1. Clínica de Transição
Para quem recebeu alta, mas ainda não pode voltar para casa.
Indicado para pacientes:
pós-infarto
pós-AVC
pós-cirurgias cardíacas
debilitados por crises hipertensivas
com fraqueza generalizada ou risco de queda
2. Reabilitação Integrada
Equipe multidisciplinar para recuperar funções motoras, respiratórias e cognitivas.
Ideal para:
adultos e idosos em recuperação de AVC
pacientes pós-UTI
pessoas com insuficiência cardíaca em reabilitação
casos com perda de força ou autonomia
3. Home Care
Para quem pode ficar em casa, mas precisa de:
fisioterapia frequente
enfermagem
monitoramento clínico
visitas médicas programadas
4. Longa Permanência (Residencial Assistido)
Para pacientes que necessitam de supervisão constante, independemente da idade.
5. Cuidados Paliativos
Para doenças avançadas, limitantes ou que geram sofrimento físico e emocional — cardíacas ou não.
Checklist de urgência: quando buscar ajuda imediata
Dor no peito
Falta de ar intensa
Alteração súbita de fala
Fraqueza em um lado do corpo
Desmaio
Batimentos irregulares
Inchaço ou ganho rápido de peso




